BH tem ruas com movimento reduzido em primeira noite do toque de recolher; confira o antes e depois

A primeira noite do toque de recolher em Belo Horizonte foi marcada por movimento reduzido de pessoas e carros nas ruas. A medida foi implantada após o governo de Minas decretar a “Onda Roxa” para conter o avanço da Covid-19 nos municípios mineiros e diminuir a circulação de pessoas entre 20h e 5h.

Na Via Expressa, um dos corredores mais movimentados na capital, o tráfego de veículos às 20h45, na altura do bairro Camargos, ainda era grande na noite desta quarta, mostrando desrespeito à nova orientação, mas um pouco menor se comparado aos dias normais.

Já no bairro Floresta, na região Leste da capital, às 20h40, o viaduto Santa Efigênia, na avenida Francisco Sales, que liga o bairro à região hospitalar, o cenário era de uma cidade deserta, bem diferente do dia anterior, como mostram as imagens.

A partir desta quarta-feira (17), todas as regiões de Minas Gerais entraram na “Onda Roxa”. Em princípio, segundo o governador Romeu Zema, a medida terá validade por 15 dias e podem funcionar apenas os serviços essenciais, além do toque de recolher entre 20h e 5h.

Fiscalização reforçada

Quem circular pelas ruas estará sujeito à fiscalização das forças de segurança e precisará justificar o motivo de estar fora de casa. Segundo as regras, nem mesmo encontros de pessoas da mesma família, que vivem em casas diferentes, serão permitidos.

Para isso, o efetivo da Polícia Militar conta com um reforço de mais 1600 homens em BH e na região metropolitana para garantir o cumprimento das medidas impostas pela Onda Roxa do programa Minas Consciente, do governo do Estado. No total, quase 40 mil homens vão estar nas ruas dos municípios.

Medidas Onda Roxa

Funcionamento apenas do serviço essencial;

Suspensão de cirurgias eletivas;

Restrição de circulação de pessoas (só poderão sair de casa para atividades essenciais);

Toque de recolher das 20h às 5h e aos finais de semana;

Proibição de pessoas sem máscara em qualquer espaço público ou de uso coletivo, ainda que privado;

Proibição de circulação de pessoas com sintomas de gripe, a menos que estejam indo para consulta médica;

Proibição de eventos públicos ou privados;

Proibição de reuniões presenciais, inclusive entre parentes que não morem na mesma casa;

Implantação de barreiras sanitárias de vigilância;

Fechamento de bares e restaurantes, com funcionamento apenas por delivery.


 

Com informações do Hoje em Dia