Instrutor é indiciado por morte de jovem em Minas durante esporte radical

Investigação apontou que o responsável por orientar o grupo que prativa Rope Jump não amarrou a corda da forma correta

Um instrutor de esportes radicais, de 33 anos, foi indiciado por homicídio culposo pela morte de um empresário de 25 anos que despencou de uma altura de 107 metros durante a prática de Rope Jump. O caso aconteceu em outubro do ano passado, no viaduto da Prainha, em Antônio Dias, região do Rio Doce.

De acordo com a Polícia Civil, o homem indiciado não teria adotado as medidas de segurança necessárias durante o salto. A corda em que a vítima estava amarrada teria sido ajustada de forma equivocada. Cada salto custava entre R$ 100 a R$ 130 e, no dia da morte, cerca de 25 pessoas estavam no local para realizar o esporte.

“Durante as investigações, foi apurado ainda que o grupo no qual o homem de 33 anos era responsável adotava procedimentos precários durante os saltos, seja na forma em que os equipamentos eram montados, seja na falta de profissionais capacitados para atestar a segurança dos saltos”, informou a corporação.

Queda

O acidente aconteceu no dia 3 de outubro do ano passado, em um local conhecido como Prainha. Conforme testemunhas, a corda que deveria segurar o homem pelo tornozelo arrebentou no momento que ele pulou da estrutura. Outras pessoas estavam no local praticando o esporte e presenciaram a fatalidade.

Logo após a queda, os militares do Corpo de Bombeiros foram acionados. No entanto, quando o resgate chegou o empresário já estava sem vida.


 

Com informações do OTempo