Doação de sangue precisa virar hábito entre os brasileiros, defende especialista

Os brasileiros precisam adotar o hábito de doar sangue para evitar que os centros de hematologia sofram com a escassez do recurso. Só em Minas Gerais, a queda no número de doações chega a 20% desde o início da pandemia. Um dos principais motivos foi o medo de a pessoa ir a esses locais em meio à crise sanitária no país.

Porém, o hematologista Gustavo Magalhães, do Cetus Oncologia, reforça que os bancos de sangue têm colocado em prática todos os protocolos para garantir mais segurança ao doador neste período. No caso da Fundação Hemominas, por exemplo, o atendimento é feito por meio de agendamento pelo site, para evitar aglomeração.

Cada candidato a doador faz um exame para avaliar se está saudável e apto para doar. Homens podem fazer quatro doações por ano com intervalos de 60 dias. Já as mulheres, três, com intervalos de 90 dias.

“Se pelo menos 3% da população fizesse doações regulares não haveria necessidade de fazer tantas campanhas para conscientizar que esse ato pode salvar muitas vidas”, defendeu Gustavo Magalhães.

Acompanhe a entrevista na íntegra.


 

Com informações do Hoje em Dia