Parque tecnológico do IFMG São Gonçalo inaugurado na próxima segunda

O Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) de São Gonçalo do Rio Abaixo abrirá suas portas oficialmente na próxima segunda-feira (13). A unidade, que será um Parque Tecnológico Distribuído, ficará instalada na antiga sede da Prefeitura são-gonçalense, no coração da cidade. Assinalando o início das atividades na cidade, o IFMG lança um curso técnico em Química.

Para que a cidade recebesse o IFMG, a Prefeitura construiu para si um novo e moderno Centro Administrativo, mudando-se para lá e desocupando a sua sede. O antigo prédio, ao lado do Centro Cultural e em frente à Escola Estadual Desembargador Moreira dos Santos, foi adaptado para receber a nova unidade. O espaço, na região central, contará com laboratórios maker, áreas de coworking, incubadora de empresas e infraestrutura direcionada ao desenvolvimento de projetos tecnológicos e ao estímulo ao empreendedorismo.

O curso técnico em Química será o primeiro oferecido pelo IFMG são-gonçalense. Com o tempo, serão incluídas novas formações técnicas, de capacitação e de pós-graduação.

Surgido em 2008 a partir da reunião de várias escolas técnicas, o Instituto Federal de Minas Gerais conta hoje com 21 unidades em várias cidades mineiras, sendo voltado para a inovação e a formação profissional e tecnológica. Uma das suas propostas é a interiorização, pulverizando as unidades de forma a facilitar o acesso de estudantes de cidades menores e mais afastadas dos grandes centros ao ensino técnico e superior.

Campus

No fim de março, o secretário de Desenvolvimento Econômico de São Gonçalo do Rio Abaixo, Gabriel Quintão, havia se reunido com o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) para pedir a transformação da Unidade Tecnológica num campus, à semelhança daquele que está sendo construído em João Monlevade. O parlamentar garantiu que encaminharia a demanda ao ministro da Educação, Camilo Santana.

Para endossar e reforçar o pedido, a Prefeitura publicou em suas redes sociais que “São Gonçalo já conta com estrutura própria, moderna e adaptada, com infraestrutura adequada para o pleno funcionamento. A próxima etapa é clara: avançar na transformação dessa estrutura em um campus definitivo, ampliando oportunidades, formação técnica, superior e desenvolvimento para a população”.