Parceria entre Prefeitura e Instituto TIM transforma trabalhos universitários em startups

Universitários que têm uma ideia inovadora para solucionar problemas já podem se inscrever no Academic Working Capital (AWC). Em sua sétima edição, o programa do Instituto TIM em parceria com a Prefeitura de Itabira oferece apoio financeiro, técnico e de negócios para estudantes transformarem seus trabalhos de conclusão de curso (TCC) em startups de base tecnológica.

Podem participar estudantes de qualquer área da graduação, com iniciativas voltadas para soluções tecnológicas ou de inovação nas mais diversas áreas, como saúde, educação, geração de renda, tecnologia, comunicação, mobilidade, entre outras. Os grupos devem ter até quatro integrantes, todos da graduação e com pelo menos um dos membros na fase final, fazendo o Trabalho de Conclusão de Curso. A seleção prioriza grupos com diversidade de gênero e raça e projetos focados na resolução de problemas potencializados pela pandemia. As inscrições vão até 30 de abril no site awc.institutotim.org.br.

Desde 2015, o AWC já apoiou o desenvolvimento de mais de 160 projetos inovadores, com a participação de cerca de 400 estudantes de 47 universidades de todo o Brasil. “O AWC estimula os universitários brasileiros a pensar na tecnologia como habilitadora de mudanças importantes no mundo e os auxilia a vislumbrar novas oportunidades de carreira nesse percurso”, afirma Mario Girasole, Presidente do Instituto TIM.

Para o superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e Turismo (SMDECTIT), Frederico Dornellas, a parceria da cidade de Itabira na divulgação das ações do Instituto TIM é de extrema importância para  oferecer infraestrutura, oportunidade e expectativa para os nossos estudantes de ensino superior que estão se preparando para uma nova fase da carreira. “É mais uma atividade de fomento ao ecossistema de inovação em Itabira, de forma ampla e democrática”, reforçou.

Esse ano, a seleção priorizará também a diversidade: a ideia é selecionar grupos que tenham representatividade de gênero e raça. “Esse critério está em linha com o compromisso da TIM com uma sociedade mais justa e com oportunidades para todas as pessoas. Mulheres e pessoas negras ainda são minoria em carreiras tecnológicas e startups e queremos colaborar para mudar essa realidade”, destaca o presidente do Instituto TIM.

A iniciativa tem uma abordagem única no universo dos programas de fomento, atuando ainda na graduação e estimulando o jovem a considerar um negócio próprio como alternativa de carreira.